domingo, 18 de dezembro de 2011

Ele veio aqui desafiar minha integridade, mas meu silêncio grita mais alto que a sua decência

Chegou aqui com a boca cheia de batatas: abri a porta para te ver cuspindo coragem. Não me senti de menos porque respiro fundo flores na barriga e me garanto sexualmente. Porém a beleza alheia às vezes esmaga toda auto-confiança, e optei por observar o desenrolar dos fatos. Palavras vazias, a Outra tentando adentrar no meu mundo começando pelos braços e fazendo força, o possível. Destaco outra na maiúscula para indicar entonação. O cara não é nada demais, mas gosto de marcar território. Precisava de um trago apenas. Dois. Três. Entendo aqueles que se afundam em elogios vazios. Não concordo. Poupei meu português no ato de ignorar, embotei minhas considerações com críticas, mas depois pensei bem, besteira. Os dois combinam frívolos, espero que ela espere mesmo um dos seus, espero que de repente ele vire homem.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sad, but true. I'm my worst enemy.

domingo, 13 de novembro de 2011

Resumo do dia, outra versão

Extremamente feliz. Quase que completa se não fosse uma falta de responsabilidade e meia. Eis que se quebra, rotina, em duas, em três, em quatro com direito à chocolate quente europeu, sanduiche light, traz um cappuccino gelado, não, troca a porra do cappuccino. Foram mais ou menos estes os fatos: não olhei para os lados, e sim para as obras, as datas, os significados, mergulhei no Ganges sem medo de maiores bactérias mortais. Parte dois: caraminholas na cabeça de todos, maquinalmente entramos e O BEIJO, meu querido e salafrário Rodin, e em seguida para não faltar com respeito à todos presentes, Chagall, Renoir, Bosch, não encontrei Modigliani e só me dei conta mais tarde no café. Pena. Depois trabalhei, domingo à chuva, ainda que soe des-ordem, tirei umas ombreiras do meu paletó e só sobraram os outros. Alívio.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Quando boceja em público é como uma coreografia de bocas.

Back to monday. Eu e essa minha mania de pegar manias. Dessa vez passo a mão na cabeça condescendente. Cansei de todos esses sermões especulativos.

Você linda, se descascando como trocando de pele, só quem acorda para as minunciosidades sabe, te ver assim é ouro, noto, anoto-te sem pudor, não te quero em modelo antigo;



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

You sa(i)d, sometimes I'm this way too.

Desta vez o espinho estava tão afogado que só abrindo a barriga mesmo para resgatar. Quando acordei estava molhada, menstruada e sem pudor. Ir no banheiro se fez suplício e achei graça em explorar a normalidade em mostrar a bunda. Contei duas mães, talvez três, presentes e descabeladas. Costuraram meu âmago pela primeira vez no mundo material. Acordei molhada, mas dei valor ao entendimento da dor física. Tive sorte que não me desfloraram a barriga. Passei uma semana de férias como eu sempre quis, ócio seria a palavra, mas meu pai prefere recuperação. My friends are like untouchable. As cinzas in every way se ausentaram; depois, ficaram para trás. Foi renascimento, oh sim. Me vi pelo retrovisor totalmente oblíqua, dizendo que Nietzche dizia, o sofrimento expande.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Babe, aquela noite você me disse para abrir as pernas mas faltou todo o resto.

Desacordo de novo e isso me revira o estômago. Aquele ônibus nostálgico, a mania de atingir alguém desprevenido, baang - um tiro no escuro, pára e não presta socorro. Betty hoje estava linda, trabalhando descuido. Eu, inversa, uma pele que tente sair do meu corpo arranco logo com os dentes. Esqueci o quanto sou amiga, mas me beijei muito, de língua afiada, não obscena, amada. Confortável. Sem muito o que dizer: como sempre tropeçando convicções. I remembered every word and thought I'm a pain in the ass when you play everybody's role. Tenho receio de acordar sozinha com mãos nuas e sem um que me identifique pelos olhos. Pelas unhas, pêlos, arrotos robustos seguidos de olhares desaprovadores. Em desacordo com tudo o que me saboto e fecho os olhos para esconder com o infinito. É tudo tão cansativo, Murilo... todo dia acordar e perceber que está viva...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eu quem disse

Um breve silêncio que precede a inquietude: fim, passou um carro. Meu terceiro cigarro esta noite. Passados dois minutos, pode ser o primeiro de amanhã. Colchonetes, os dias que antecedem a primavera, aquele frio na barriga que prediz. Você acordada a esta hora! Menina moleca, passeia entre mil. Lembra do preceito budista, se incomoda. Lembra que o amanhã já é hoje e quer dormir. VAI pessoa. Não se perca entre as cinzas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Quando não se entende e a dor se estende e não tem jantar

Ai vó, esse cordãozinho esse olhar perdido, almofada mofada, ficou para trás. É de outro agora. Nem a física explica, quiçá a quântica, porque mudanças bruscas de paradigmas constroem e desconstroem, e quando vê, vê-se que nada vê, de real. Essa lágrima contida dessa saudade contida, e no fundo sei que é só um mundo material, mas quando veio em sonho, nova, cabelos pretos encaracolados, como nos anos 70 ou 80 quem sabe, e não me enxergou porque sou too much. Vó, não queria dizer, mas fez-se aperto no meu peito. É que suas palavras, sabe. O amor sei que transcende. Mas de resto, tudo faz falta.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quando bate a hora e esqueço a luz acesa

Estrago: onze e onze de la noche e nenhuma perspectiva de me alimentar antes que feche o portão. Que feche a garganta antes de te dizer que, esquece. O negócio é apelar para pãozinho com requeijão e mate, me sinto assim assim, pasme. Bate a cinza, recolhe se cai no chão, recolhe se espalham os pedaços antes que venham formigas, antes que toque a sirene, antes do toque de recolher. Você sabe, moro no convento. Você sabe, enquanto convir. Parei com aquele existencialismo barato. Você sabe que não, você sabe de tudo da minha vida. Você me é. Você é aquela face guardada que tiro como cartada quando fecha o tempo e é tempo de se sair com casaco, xarope, óculos (e sempre óculos) de raio-x, porque se tenho que me despir, todos se despem. E penso, esta é meiga, aquele gosta de cachorros, esse viajou o mundo, e naquele o mundo se reduz ao umbigo. No fim, baang, dois corpos no chão se olhando como se fosse o fim do mundo e só restasse uma solução ao amor: sexo. No Brooklin eu sou nigga. Canto rap, terrorista, cristã-judaica, ocidental, budista, universalista crística, crítica, atéia, feminista. Sou uma bola de pelo e me engasgo comigo mesma. Me cuspo, me reproduzo, morro e nasço, sou tudo, sou nada, sou o outro que me come com os olhos quando saio para nite, roupinha curta, maquiagem, olhar de gata marota. Te escolho com uma piscada. Te falei, existencialismo barato puro, addicted, pure hemp.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

O prato vazio que precede o lavar

Parei de ler o horóscopo por séculos. É a terceira vez que varro este chão hoje, exilada. Meu coração apertado tic tac violeta; olhei pela janela do lado de fora e talvez nem seja tão ruim assim, quiçá. Telefonei para vários buscando um paleativo, um pingo de atenção. Imagino, descolorida. Não lavo o cabelo há três dias, um maço de cigarros, um aperto de metrô, esse estresse didático. Um horror. Invadi textos, conheci palavras novas, patrocinadas pelo devaneio de quem tem o pé no chão e a cabeça eletrochoques. Minhas unhas desgastadas. Sem uma literatura na mão. Retratos, te olho, me deu um brinco pós-mortem, conjuntinho. Sinto sua falta material. Minha bolosinha. O sinal de ocupado que destrói as possibilidades de ligar para minha tia. Para minha irmã. Para qualquer um. O tempo passando e eu aqui de barriga cheia. Voando em mim, transpassando esse barulho de carros, esse convento de freiras, um freio repentino atropelando um pedestre desavisado. Eu, pedestre. Sorte tem quem não me é, também não tem sorte de me ser. E vou me despindo escrita, sem um para me ler e dizer: dorme bem, meu bem.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Minha amiga,

só de pensar que neste ano
você não vai me embalar com as suas
tradicionais
palavras de aniversário,
meu coração fica amassado
como uma latinha de cocacola pisada.

domingo, 24 de abril de 2011

Desta vez, acordo

Vigésimo sétimo desabafo: sleep for brunch. Página em branco novamente, capto, otimista, como oportunidade então. As fotos são apenas fotos e a lembrança anseia por ser real. Eu quero aquele palácio iluminado e aquele campus extensus, eu tenho. Eu em outra dimensão me dizendo estar lá e acenando com consideração. Very close to myself. Aceno de volta, eu sei. Como se não soubesse. Me lanço um desafio hard work, me espanto e mergulho fundo até o fim, começo hoje, mais que intenção. Vontade de ir no terraço e pular pra ver se nasce amanhã, se nasce em casa. Vontade de ir no terraço e ver se alguém nasce sabendo. Ou sabendo que sabe. Quando perguntou respondi no mais profundo, não é apenas imaginar, mas ter consciência.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Interpessoal

Esperando ansiosamente ser descoberta por um extraterrestre. Um comentário à parte, num chá das cinco - uma interrupção abrupta. Tal que não posso pular para próxima estrofe sem que tudo se confunda. Sou poetisa de texto corrido, vida corrida, escorrida tipo catarro. Ele muda de idéia como quem muda de idéia. Ela idealiza e acaba enforcada de expectativas. Eu observo sem fingimento e registro sem esconder a verdade, ares-suspiro-expira fundo. Resolvi soltar meu lado B e estaria feliz se não fosse bipolar: um lado eufórico "paleta de cores de Goethe", um lado Godard, A Girl and a Gun in black and white. Lembro que carrego uma sobrinha na barriga de minha irmã. Acontecimento inédito, histórico, histérica de longe emanando amor e dormindo de vez em quando. Aguardo a morte de ente querido. Choro e rio e me demito e me remeto à tudo que junto nos cantos para me refazer tal como sou. Resumo do dia. Sem sumário.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O fardo do homem branco

Very fuckin tired. Receio de incomodar aos outros, incomodo aDeus mesmo. Aquela que não almoçou, que mal estudou, que acordou atrasada. Aquela que tem mil problemas. Aquela. Tenho uns litros de choro acumulado no peito. Retenção de líquido. Cansei.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Não publique antes do título

Pensei que não queria mais me ver, essa carência que me invade em tempos de ressaca. Preciso esvaziar o mar, lembra daquela noite em que a água era cor refletida do sol nascente? Pensei em tantos, em todos, para esquecer que não existe um sequer. Busca de placebo. Sorte que agora tenho borboletas na janela. Previ, ou talvez fosse só o subconsciente (ou subinconsciente). Ah, me tira de mim um instante, dá uma pausa desses carros incessantes. Tira uma carta, um sol, um mundo, um carro que seja. Tira uma força. Me tira a força, arranca um membro com os dentes. Sacode esse cadeado sem chave até deslock. Treina para me acertar em cheio, bem na realidade. Me liga do ponto de taxi ou me chama da janela, mas me tira. Porque o eu dessa onda que quebrou já está meio moribundo, preciso nascer de novo pra deixar morrer eu-velha.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

My mouth shut with a red ball

Exatamente, dezessete e quarenta e dois. Um elefante nada, duas borboletas presas. Para ir ali e não voltar são dois passos, tomara que'u caia no buraco; um tempo pára, meditação. Uma é de cor negra e outra azul escuro e manchas. Bate asas desesperadamente, espia a humanidade pelo feixe de luz e se depara com espelho. Chora, dentro, segue sem manchas de sangue. Lavar as mãos é preciso, razoavelmente. Meio monissilábica senão desabo, desaguo, desbando e sobra um livro ou dois. Sempre com outra possibilidade. Não sei se vou ou fico, fica a dúvida se remoendo que está chegando o tempo de ir e tento não falar para não pôr para fora, tipo tudo. Te coloco no papel para não vomitar na esquina. Sabe que evito o tipo depressiva. Mas hoje passa a semana, segunda vez, unhas azuis. Cromoterapia manual. Te quero tanto que dói querer, então te abafo em um travesseiro e coloco os fones de ouvido. Somos surdas. Somos mudas, mudou-se tudo que nem vemos, choramos por dentro em detrimento do mundo. Em comum, se fazendo de forte.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sempre desconsideráveis, mas aparentemente bonitos

Por tudo isso, tarde de menos. O sorriso é aquele ponto de encontro, quando não há incêndio no dia; quando pensa, em tantos, quadros inemolduráveis, rol de rostos, transbordantes. Suor temperamental, e gotas. Incoveniente. Dois achocolatados ao dia, Luisa me perguntou se não me encontrava cheia de mim. Ficou no ar ( )
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Números, magos, e ruas fechadas. Lembro daquele encontro às claras quando não nos conhecíamos. Ainda não nos conhecemos, mas tudo é estratégico. Uma linha inicial padronizada, posteriormente personalizar é ritmo. Expertise em confabular outros e afins. Parece estilo propagandista, mas meu pessoal só investe no inverso: civis, personalidades jurídicas, bufões apolíticos. Porque política não é isso, minha gente. A gente que sabe, pois, não é.
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Olha, um rosto bonito, guarda como se fosse seu, loira de cabelos poucos, óculos escuros, calça jeansel e blusa branca. Lembra como se fosse melhor. Elaboração, parte do princípio de aparência meiga e surtos repentinos. Unhas pintadas. Escolhe os livros, Plath. Virginia Wolf. Nunca teve cisos. Intervenções sócio-medicinais recorrentes: amigos, álcool e cigarros. Colírio sempre a mãos. Ressacamento constante da retina. Clichezérrimo. Grande sucesso.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Só pra lembrar o que o álcool me diz

Desacordei voando no carnaval.
Você passava um recado de auto-identificação,
eu vi aquela menina de jeito bonito
e pensei em quanto você teria que ver em mim
qualquer razão.
Incoerente.
Não foge que te busco
e cada vez que saio de mim atrás
vem o senso de realidade dizendo
volta, que nada é teu.
Olho, olho mesmo, cismo.
Desde que bati o olho, olha que fazem bem
uns oito? dez? anos que bati.
Me escolhe que eu sei que é pra ser assim.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O dia passa e tenho que ler, mas me perco entre as letras, você de costas.

Roberto e seu gosto por café frio; calafrios inenarráveis. Fora seu compromisso patente com a falta de salada no almoço. Cartada, um rip rop alemão, não entendemos nada além de "Ich", sinceramente. Expresso meu agrado, o sorriso é invenção: de certo não agradou. Mas tem o coração, olho nos olhos e vejo boas novas. Apaciento-me, acato. Desabrocha um sorriso, esse sincero, seguido de sucessivas manifestações gesticulares. Roberto, te curto. Espaço entre os dentes, pintas no rosto e pêlos nos dedos. Insegurança e baixa auto-estima injustificáveis; a saber.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Always the drugs

Te mandei duas notas mentais, uma assim "minha dúvida vale vinte dólares e sua pose é pirataria", sendo a outra "I would like to know if this thing inside your pants can get more excited". Você perguntou do que eu gostava, "estava pensando sobre o financiamento público para desenvolvimento do comércio exterior nos anos noventa", isso sim: objetividade; bem observado. Sem remorsos. Buda foi enfático sobre expectativas. Para mim é o tratamento mais árduo. Quase suicida.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Se passaram todas as preocupações e dormi como se estivesse acordada.

90 dias: as palavras expiraram. E há quem tente reverter o processo. São tantas, tantas demandas, não gravo mais que palavras-chave, grava dor. Grave: estranhei sim, e no ápice da energia me senti totalmente exausta. Eu não dormi, mas meu corpo. Teu corpo estava ausente, coroando alguma subjetividade que não a minha. Desconsolo; Soube que de repente estava sem ninguém, não posso dizer que desagradou de todo. Mas aquelas expectativas mofaram, não guardei na geladeira. Claro, admito, não me conto mais mentirinhas sólidas. Mesmo aquelas que de repente verdade, externei. Entre outras;

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Apenas mais uma tarde e eu aqui guinchando e lendo como se o mundo não explodisse lá fora e cá dentro.

Sei lá se vi nos seus olhos resquícios de aprovação. e TEM seu jeito de durona, cigarro de palha, coração ao Léo. Me mostra suas impressões digitais como se fossem lupas. Libélulas, 360 graus e afins. Grande portfólio. Mas à mim, nada remete. É que apesar de sermos uma, somos duas, e já corri tantos pés de distância... I can not complain.
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Ar, mas não me falta por suspiro de amor, e sim por descuido. Janela aberta, choque térmico, cigarros e sustos, sem parcimônia. Deu no que deu e agora pura tosse, gosto de spray, tendência à xarope. Sem maiores planos.
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Today I have to read a very important document. o DEAD line é amanhã. Tem a ver com brechas nas leis, parentes de políticos e uma ou outra reportagem de jornal. Gente importante e eu, invisível, como se fizesse alguma diferença.
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But I do.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Guardanapo; somewhere.

Percebi claramente a importância de destacar aquele texto de você
cada vez com um placebo, buscando a holy holy montain
desconstruindo e me sabotando, buscando vez ou outra sabonete
abrindo a cabeça, buscando argumentos que expliquem

não sei porque subsiste tal cisma que arrebata, busca o desprendimento e se sabota com Maria.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Comentário discreto

Dois dias consecutivos. Sempre me iludo com, ts, mas ansiedade. Ah, eu não quero falar sobre isso. É que volta e meia bate uma irritação pela falta de atitude que invade e pouco fiz. Rebatem sempre me considerando demasiada auto-crítica. Mas se eu aceitasse-passasse a mão na cabeça, o que seria? O aperto no coração é que hoje é domingo and I have a choice, I have a chance to change everything como acordado anteriormente. Bom, o posteriormente chegou. Aí me pergunto se ando escrevendo para sim, identificarem nesses conflitos, ou se de novo jogando contra a parede? Parece.

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