sexta-feira, 8 de abril de 2011

My mouth shut with a red ball

Exatamente, dezessete e quarenta e dois. Um elefante nada, duas borboletas presas. Para ir ali e não voltar são dois passos, tomara que'u caia no buraco; um tempo pára, meditação. Uma é de cor negra e outra azul escuro e manchas. Bate asas desesperadamente, espia a humanidade pelo feixe de luz e se depara com espelho. Chora, dentro, segue sem manchas de sangue. Lavar as mãos é preciso, razoavelmente. Meio monissilábica senão desabo, desaguo, desbando e sobra um livro ou dois. Sempre com outra possibilidade. Não sei se vou ou fico, fica a dúvida se remoendo que está chegando o tempo de ir e tento não falar para não pôr para fora, tipo tudo. Te coloco no papel para não vomitar na esquina. Sabe que evito o tipo depressiva. Mas hoje passa a semana, segunda vez, unhas azuis. Cromoterapia manual. Te quero tanto que dói querer, então te abafo em um travesseiro e coloco os fones de ouvido. Somos surdas. Somos mudas, mudou-se tudo que nem vemos, choramos por dentro em detrimento do mundo. Em comum, se fazendo de forte.

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