Ai vó, esse cordãozinho esse olhar perdido, almofada mofada, ficou para trás. É de outro agora. Nem a física explica, quiçá a quântica, porque mudanças bruscas de paradigmas constroem e desconstroem, e quando vê, vê-se que nada vê, de real. Essa lágrima contida dessa saudade contida, e no fundo sei que é só um mundo material, mas quando veio em sonho, nova, cabelos pretos encaracolados, como nos anos 70 ou 80 quem sabe, e não me enxergou porque sou too much. Vó, não queria dizer, mas fez-se aperto no meu peito. É que suas palavras, sabe. O amor sei que transcende. Mas de resto, tudo faz falta.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
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lindo, simples e forte.
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