quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Esclarecimentos gerais para que não haja desentendimento entre as partes.

Finalmente entendi que meu realismo é acético. cítrico, sólido. Mas não daquele sólido materialista que separa sujeito e objeto, mas daquele sólido onde a in/consciência quebra a velocidade da luz e traz consigo um não-sei-o-que materializado do mundo transcedental. Não venha me falar que isso é papo de doido porque estamos falando de uma física quântica que usa o idealismo monista para explicar o mundo, macro e micro. E todas as vezes em que comentei como quem não quer nada que o pólo norte não existia até que eu lá estivesse, eu não estava usando metáforas. Viva com isso.

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